quinta-feira, 22 de setembro de 2016

[Especial Hollywood Undead no Brasil] Parte 2 - Bate papo com Danny e Funny

Eae, galera. Tudo certo?

Demorou mas saiu a parte 2 do nosso especial Hollywood Undead no Brasil.Nessa parte, vamos bater um papo com dois membros da banda: Funny Man e Danny.



Na quinta-feira, pós Maximus, saí na hora de almoço do meu trabalho e fui até o Hilton onde a banda se hospedava aproveitando o fato de trabalhar lá perto. Cheguei, entrei e fiquei esperando alguém aparecer. Vi um senhor de cabelo preso passando e lembrei que ele era um dos roadies da banda. Fui até ele e perguntei se eles estavam por lá, ele disse que sim e que sairiam para o voo à Argentina às 14h30. Quando já estava me despedindo ele me tira do bolso uma palheta. “Here. Take it” (Toma. Pega). A sorte estava ao nosso favor!



O roadie que estava no hotel

Palheta do HU

Voltei pra dentro do saguão do hotel e lá fiquei esperando, e nesse meio tempo vi Michael Thomas (baterista do Bullet For My Valentine) saindo para uma caminhada até Lzzy Hale (Vocalista do Halestorm) indo tomar um cafezinho no bar. Eis que vejo um sujeito todo tatuado, bermuda e chinelo com o cabelo desarrumado. Eis que surgiu Funny Man.

Rapidamente fui até ele e começamos a bater um papo que você confere à seguir:

Jove:  Oi, Funny. Posso conversar com você por um momento?

Funny Man: Claro, só vou pegar meu café.

Jove: Primeiramente, obrigado pelo show de ontem. Realmente foi incrível. Eu sou do blog UndeadBR, o primeiro fan-site da banda aqui no Brasil e já estamos à 4 anos na ativa.

Funny Man: Nossa! Obrigado!

Jove: O que você achou do show de ontem? Curtiu o público brasileiro?

Funny Man: Sim, o público foi incrível. Gostamos muito de tocar pra vocês.

Jove: Infelizmente não foi todo fã que pode ir por conta do preço do ingresso e tal. Vocês tem muitos fãs aqui que adorariam ver um show solo. Você acha que isso é possível em alguns anos?

Funny Man: Sim, cara. Não temos como dizer quando ou onde, mas queremos muito voltar pra cá e esperamos que seja em breve.

Jove: Só pra terminar: não sei se você vai lembrar de que alguns anos atrás um brasileiro te prometeu um açaí quando viesse ao Brasil. Lembra?

Funny Man: Não lembro dele, mas lembro que alguém havia prometido.

Jove: Ele se desculpa por não poder cumprir a promessa. Ele é um dos administradores do UndeadBR. Fica pra próxima.

Funny Man: Com certeza.

Jove: Funny, muito obrigado pelo seu tempo, desculpa qualquer coisa e bom show lá na Argentina!

Funny Man: Obrigado, cara!

Funny Man
Mais tarde encontro Danny no saguão também, que também respondeu duas perguntas.


Jove: Primeiramente, obrigado pelo show de ontem. Pretendem voltar em breve?

Danny: Obrigado, cara. Ah, pretendemos sim. Queremos voltar em breve.

Jove: Curtiu o show de ontem?

Danny: Sim, gostamos bastante. O publico está de parabéns.

Jove: Obrigado, Danny. Tenham um bom show na Argentina.

Danny: Obrigado!

Danny
E é isso galera. Esse foi o final do nosso especial Hollywood Undead no Brasil. onde fizemos uma resenha completa do show que você pode conferir clicando aqui e também conseguimos conversar com dois membros.  Fizemos uma cobertura incrível, uma experiência sensacional e espero que vocês tenham gostado. 

sábado, 10 de setembro de 2016

[Especial Hollywood Undead no Brasil]: Parte 1 - O SHOW

E ai, galera! Tudo certo?

Do dia 6 ao dia 8, os fãs de Hollywood Undead pararam para acompanhar a primeira passagem da banda pelo nosso país, e nós da Undead BR trouxemos um especial Hollywood Undead no Brasil! Nessa primeira parte eu, Jove, irei contar sobre o show do Maximus Festival.



Cheguei no portão K9 4h40 da manhã incrédulo de não ver mais ninguém por la: primeiro da fila. Pelo menos daquela. Haviam dois portões de acesso, e o meu era o portão que demorava mais para poder entrar no festival. Mas isso não seria um grande problema,pensei. Esperei até as 10h30, horario da abertura dos portões, e nada. Só depois de uma hora de atraso liberaram os portões. Saí em disparada, corria no meu limite até que uma forte dor na costela estava dificultando a minha corrida, me deixava sem ar e sem forças, mas eu pensava comigo mesmo "É o Undead, p****!". Superei todos os incômodos e corri o máximo que pude e eis que chego "na grade" (mais duas pessoas e ja era a grade).

Agora era esperar dar 13h35 e começar o momento mais esperado do dia. Enquanto o Steve N' Seagulls se apresentava os roadies deixavam tudo de jeito pro Undead: arrumaram bateria, colaram setlist, testaram guitarra e microfones. Steve N' Seagulls deu uma animada na galera e esquentou bem pro próximo show.

Eles tocam Thunderstruck, famosa música do AC/DC, e então é anunciado Hollywood Undead. O coração começa a disparar só de pensar que a qualquer momento a banda entraria no palco. E eles entraram com gás.

Hollywood Undead
Os primeiros a entrarem no palco foram Da Kurlzz e Tyler, seguido pelo restos do pessoal. Charlie Scene lançou seu primeiro "What's Happening, Brasil?'. Nessa hora ja deu um arrepio, uma emoção de finalmente poder ver um show deles! Entraram em um ritmo fervoroso, bem animados e visivelmente dando o máximo de sí. O som estava alto e excelente, mostrando qualidade da parte do festival em proporcionar um show com uma ótima estrutura sonora. Logo na primeira música o Charlie mandou um salve pro Charlie. É, atrás de mim tinha um cara que estava à la Charlie Scene, de boné, oculos preto e a bandana. Logo que o viu na platéia mandou um joinha, o que levou o cara a surtar.





Johnny 3 Tears
Mal terminava Usual Suspects e ja emendaram Undead. Nos primeiros segundos do riff a galera se empolgou e cantou junto o primeiro refrão. No primeiro verso do Johnny 3 Tears foi notável que seu folego estava muito bom, se comparado à outros shows, e mandou muito bem! Cantou forte e alto, surpreendendo os fãs que sabem que ele as vezes não tem aquele fôlego todo. No segundo refrão o Da Kurlzz parou bem de frente pra onde eu estava e preciso confessar: a mascara dele realmente dá um medo. Ainda mais com ele olhando pra você. A música seguia com os versos de Charlie Scene e J-Dog, enquanto um cantava o outro mandava o riff na guitarra. Acaba Undead e foi a vez de Danny mandar um "What's Up, Sao Paulo", ja seguindo com Gravity.
O som muda um pouco de sonoridade, algo mais "pop". Fiquei surpreendido de como Gravity é divertida e empolgante ao vivo. A cada vez que se cantava "Gravity pulls you in", dava vontade de cantar mais e mais alto. Foi uma energia muito boa!E foi nela que J-Dog pegou a bandeira do Brasil da plateia.

Eis chegada a primeira Party-Song, com War Child. Foi engraçado ver a reação do público ao ver que eles iriam partir pra algo mais fora do Rock e mais elementos eletrônicos. Tem gente falando de que da pra notar que o Danny está usando playback assim como outros membros, mas sinceramente na hora não percebi nada, pois o que sabia fazer era cantar e pular
junto com os caras!Outra música que conseguiu dar uma agitada
na galera que é fã e queria um show pra cima.Mais uma
seguindo sem parar: Comin in Hot.
Charlie Scene rebolando seu popô

Teve até dancinha do Charlie batendo em seu popô. Nessa música em específico dava pra ver o Charlie e o J-Dog conversando e rindo, assim como os demais membros mostravam uma ótima sincronia no palco, sempre dando risadas e apreciando o primeiro show deles na América Do Sul. Nessa música o Funny Man simplesmente pegou um copo de cerveja e jogou pra cima da galera, ensopando o pessoal de cerveja. Ri muito da situação que o pessoal ficou.

Hora de voltarmos rapidamente para a pegada Rap-Rock, com J3T puxando a galera pra Day of the Dead. Deu dó do Funny nessa música, que se recolheu e ficou atras da cortina fumando um cigarro e tomando uma breja enquanto os demais performavam. J3T continuava mostrando uma voz potente, realmente ficando a frente dos outros. Por ser uma música mais potente vocalmente, toda a sua duração o pessoal presente cantou alto e forte, sentindo a vibe da música.

Hora de voltar para mais uma Party-Song, dessa vez a clássica Everywhere I Go.

"All the dudes let me hear you scream!"
"Now all the ladies let me hear you scream!"
"And now all the gays let me hear you scream!" (até quem não era gritou).

E então começa a música que nos conta que Charlie Scene tem um piupiu que ele ama mostrar.
Funny, Tyler e Danny

Charlie comandou a galera, durante o primeiro "Everywhere I Go Bitches always know" e manteve o ritmo agitado do show que ja partia para sua ultima música. Até então não caia a ficha de que estava lá, frente a frente com os caras cantando um hit deles, junto com eles. É uma sensação que só de pensar ja chega a arrepiar.

Pra fechar o show, eis que começa Hear Me Now, na qual foi executada muito bem. Assim que terminaram a música Charlie agradeceu ao público ali presente, agradeceu o carinho e mandou um "We'll come back soon!". Geralmente podemos achar que eles falam em todos os shows, mas com a energia que estava no festival e com uma parcela boa de fãs cantando e interagindo causou uma boa impressão do publico e acho realmente que eles vão voltar. Aliás, fique ligado que na parte 2 desse especial falaremos mais sobre essa questão.

Em suma, o show foi surreal. Nem em um pensamento mais otimista achava que a banda viria para o Brasil. Fica meu agradecimento à produção do Maximus por ter chamado e apostado nos caras e ter feito a alegria dos fãs. Foi uma baita estreia na América do Sul. E vai ter volta!


Essa foi a primeira parte do especial. Fiquem ligados por que a parte 2 traremos um bate papo com Funny Man e Danny, em que os encontrei no hotel! Para dar uma palinha do que aconteceu, imaginem a cena:


Funny Man de bermuda e chinelo pedindo um suco verde estranho on dorgas/sono. E eu fui la pra conversar com ele em meio a outros artistas que ali estavam no saguão do Hilton. Teve até Lzzy Hale, vocalista do Halestorm, de cabelo molhado pós-banho! Se você quiser saber como foi esse bate papo, aguarde a parte 2!

Confira agora algumas fotos do show:
Danny

Johnny 3 Tears

Johnny 3 Tears

Funny Man

Da Kurlzz

J-Dog

Da Kurlzz

Charlie Scene

Hollywood Undead








sexta-feira, 20 de maio de 2016

HOLLYWOOD UNDEAD CONFIRMADO NO BRASIL!


Parece mentira, mas depois de tanto tempo finalmente a banda está vindo para o Brasil em um evento de peso!

Maximus Festival vai acontecer no dia 7 de Setembro em São Paulo e contará também com bandas gigantes como Rammstein, Marilyn Manson e Disturbed. Os valores do ingresso serão apenas divulgados no dia 27 de Maio.

No momento não existe informações sobre outros shows da banda por aqui, mas fiquem ligados que qualquer nova informação será divulgada aqui.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Undead BR: Especial: Melhores do Ano [Zé]

Olá :)

Rapaaaaz, vamos direto ao ponto. Que ano musicalmente péssimo. To chocado aqui com a inexistência de um álbum que realmente tenha me agradado. Provavelmente o primeiro lugar desse ano não ficaria entre os 5 do ano passado, mas vamo que vamo, que meu contrato só se encerra em 2022 e o Melhores do Ano é uma das principais clausulas que eu assinei (e vou parar de reclamar. Ou tentar pelo menos)

5 - Rixton - Let the Road



Rixton é uma banda semi-nova (na verdade, acho que esse é o primeiro cd deles), mas já nasceram com o cu virado pra gravadora, que colocou eles em todos os programas de sucesso nos EUA (Voice, SYTYCD, Idol, afins e afins). Felizmente, eles merecem o sucesso, pois o som é uma delicia. 
Destaque maior para Me and My Broken Heart, ótima pra dançar no Xbox (e segurar o Guto nos braços, enquanto ele dá um leap of faith de costas na minha direção), e Hotel Ceiling, escrita pelo fofo Ed Sheeran.




Four Year Strong - 


Eu sabia que havia algo de errado quando vi essa capa de péssimo gosto. Meio injusto colocar esse álbum aqui, quando as únicas coisas que eu gosto nele são as músicas que tinham no EP do ano passado, mas vamo que vamo. Wipe Yourself e aquela do Stop putting words in my mouth são lindicas tb.


3 - Passenger - Whispers 2



Não é tão fofo como o Whispers 1, mas jesus, a voz desse homem :)
Sou completamente apaixonado pelo Michael, e às vezes me vejo pensando em tatuar a frase do seu último álbum ( All I need is a whisper in a world that only shouts). Agora que vi Ed e Damien ao vivo, é minha próxima meta ver esse barbudinho ao vivo.



2 - The Wonder Years - No Closer to Heaven



Nos últimos 2 anos, as duas primeiras posições foram de albuns do Soupy. Esse ano deixo ele de castigo em segundo, pelo álbum, apesar de ótimo, não chegar perto do favoritismo que todas as outras obras dele alcançaram nos meus tops mentais. Tem umas 5 músicas geniais, lindas, mas o resto do álbum é meio "meh" pra mim. Quem sabe num futuro eu aprecie mais. Ah, e Stained Ceiling Glass é uma obra prima. (E mais uma capa feia)


1 - Jamie Lawson - 



Album de estreia de um belo artista. Veja bem, não é nenhuma obra prima nem nada, mas dá pra ouvir sussegado esse folkzinho irlandes por dias e dias. Destaque para a genial música que posto abaixo, cuja letra é de uma fofura só.



Momento Musical do Ano

A ponte de Stained Glass Ceiling, obvio. Mas, pessoalmente, pra mimzinho mesmo, o melhor momento foi ter conhecido este cantor incrivel que é o David Ford. Que cantor, amigos. Que cantor *-*


Clipe do Ano

YOU USE TO CALL ME ON MY CELLPHONE




*Sai dançando do Especial Melhores do Ano e esquece a luz acesa*

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Especial: Melhores do Ano [baah]

Bodia pessoas lindas do meu coração, esse ano foi muito polêmico: teve pedido de Impeachment, ataque terrorista, memes de Pulp Fiction depois de 2908234989340 anos de lançamento do filme e principalmente, foi aquele ano que você já tava pedindo para acabar porque as coisas estavam difíceis (sempre teve, na verdade). Sem mais enrolação, trago aqui minha lista dos melhores CDs do ano, quaisquer reclamações podem procurar o Procon mais perto da sua casa, mas deixa o Spotify aberto aí para vocês irem escutando.

5 - The Neighbourhood - Wiped Out!


Sabe quando uma das suas bandas favoritas some e você fica sem saber o que fazer? Pois desde o lançamento do I Love You esses caras estavam sumidos (lançaram uma mixtape com uma proposta totalmente diferente), mas somente esse ano voltaram com suas origens. Wiped Out! Foi lançado no finalzinho de Outubro e com ele os singles R.I.P 2 My Youth e The Beach, que trazem toda nostalgia da último álbum, que ainda conta com Prey e Daddy Issues.


4 - Bring Me The Horizon - That's The Spirit





Só esse ano fui ouvir BMTH, bem quando a banda passou por uma mudança drástica em sua sonoridade e com certeza que foi por isso que eu gostei tanto desse álbum. Eu não tenho muito que falar, o CD possui músicas distintas desde a agressiva "Throne" até a música pra ouvir na balada "Oh No", para quem estiver procurando algo mais alternativo para ouvir recomendo muito o That's The Spirit.



3 - Dance Gavin Dance - Instant Gratification



Junto com BMTH, o Dance Gavin Dance foi uma das bandas que descobri esse ano (thanks Kiq) e que gostei de cara do álbum. Não tenho muito o que comentar, o álbum é muito bom e de uma qualidade que diria impecável, músicas como "Eagle vs. Crown" faz você querer sair da cadeira e ir para um mosh, enquanto "Awkward" faz você repensar sua vida por completo. E ainda tem clipe de animação baseado na capa do álbum <3



2 - Twenty One Pilots - Blurryface




Se tem uma banda que eu acho que todo mundo deveria gostar é Twenty One Pilots. Não é rock, nem hip hop e agrada a qualquer gosto, Blurryface é um álbum impecável e não tem como você ficar parado enquanto o escuta (talvez em "Goner", mas por motivos óbvios). Procurei alguns vídeos de shows da banda e é incrível a performance deles, então quem tiver a oportunidade de ir no dia deles no Lollapalooza do ano que vem, saibam que vocês terão um grande espetáculo. "Stressed Out", "Lane Boy" e "Fairly Local" são para mim os grandes destaques do CD. Enfim escutem, e escutem mais uma vez e depois até enjoar.



1 - Enter Shikari - The Mindsweep


Em primeiro lugar, o álbum que mais ouvi no ano. The Mindsweep é um CD contagiante, em que, desde a primeira vez que você o ouve, você já fica extasiado de tão bom que o trem é. O álbum é bem agressivo, mas tem seus momentos de calmaria, como em "Dear Future Historians,,,", foi o primeiro que ouvi da banda e mostra a maturidade na sonoridade em comparação com os outros álbuns, meus destaques vão para "The Last Garrison", "Never Let Go Of The Microscope" e "Myopia".



É isso tudo pessoal... mentira, tem mais!

Menções honrosas desse vão para o grande retorno do Disturbed com "Immortalized" e o retorno do Breaking Benjamin com "Dark Before Dawn",que fizeram grandes álbuns e merecem ser destacados aqui. Por outro lado, as decepções musicais de 2015 ficaram por conta de duas bandas que eu considero uma das minhas favoritas: Papa Roach com "F.E.A.R." e P.O.D. com "The Awakening" que foram álbuns que eu consegui gostar de uma mísera música!

Momento Musical: Rihanna - Bitch Better Have My Money



Mais aguardado que tudo nessa vida, a Rihanna tá guardando o Anti (carinhosamente chamado de R8) ás 7 chaves, deixando muita gente ansiosa. Para mostrar que ela não tá brincando em serviço, ela lançou BBHMM como um dos singles e com ele esse clipe de proporções épicas!

Música Favorita: The Weeknd - Can't Feel My Face


Com certeza a música mais chiclete do ano é essa do The Weeknd, esse moço do cabelo mais estranho e de mal gosto que já vi , fez essa música dançante e que não sai da sua cabeça: primeiro você começa cantarolando e quando você percebe já tá mexendo os pés.

Clipe Favorito: Fort Minor - Welcome


Esse é o Mike com toda sua simpatia. Esse ano fez 10 anos do lançamento do The Rising Tied, e com a banda em inatividade, ele lançou essa música. O clipe de Welcome te dá uma experiência muito legal: de você ver as filmagens em 360º. Então a primeira vez que eu vi, fiquei que nem uma retardada rodando pela casa tentando ver o clipe de todas as formas possíveis e é muito legal.

Com isso, quero deixar um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo para todos vocês que acompanham o UndeadBR :)